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MULTIPLICA DIGITAL – PRODUTIVAS INOVAÇÕES NAS FARMÁCIAS

By: | Tags: | Comments: 0 | novembro 11th, 2020

Após observar o cenário, é hora de agir para reverter o quadro. Para tanto, não basta identificar os obstáculos e, sim, tentar superá-los

Com a chegada da pandemia, o varejo farma ganhou 5 anos em 5 meses no que se refere a adaptações às inovações! Compartilho, a seguir, as mais produtivas efetuadas no período e que permanecerão.

Loja física mais funcional: o ponto de venda (PDV) e o layout da loja tiveram de ser repensados para atender às novas regras de convivência. Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) para o lado de fora dos balcões para que os clientes tivessem acesso fácil; melhor sinalização visual contendo regras de convivência; presença de suportes para álcool gel; tapetes higienizadores; corredores mais largos; balizas com faixas impedindo aproximação ao balcão; e barreiras protetoras de acrílico/vidro nos caixas são, no mínimo, os itens indispensáveis para que a loja seja mais funcional.

Atenção farmacêutica: os clientes adotaram e apoiaram o trabalho, pago, efetuado pelos farmacêuticos, com as orientações sobre saúde, medicação, Covid-19, etc. A aplicação de testes, vacinas e outros serviços vieram para ficar.

Foco na saúde e na sustentabilidade: com a elevação das vendas em itens de higiene pessoal, tornou-se importante expô-los com mais evidência. Surgiu nesse momento também a oportunidade da oferta aos clientes dos produtos de origem mais sustentável, orgânicos e veganos. O papel do varejo, valorizando essas opções, fez com que os clientes optassem por produtos desse tipo e os estabelecimentos se diferenciassem da concorrência e fidelizassem clientes.

Lealdade às marcas e opção por produtos de marca própria: a procura dos clientes por medicamentos e produtos com preços mais acessíveis pressionou significativamente as margens operacionais de curto prazo das farmácias. Esse comportamento incentivou a opção pela oferta de produtos de parceiros mais fiéis, com apelo mais econômicos, menos sujeitos a ruptura e também pelos de marca própria. O elo indústria + empresa + cliente se solidifica cada dia mais.

Oportunidade de criar uma central de assinatura: onde o cliente tem o conforto de comprar uma única vez seus produtos de medicação de uso contínuo ou os recorrentes de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC) e receber por vários meses, com a garantia do menor preço. Uma comodidade ainda em teste, mas considerada positiva por clientes.

Vendas digitais em alta: o número de compras on-line cresceu. A mobilidade reduzida do consumidor garantiu esses resultados. Ainda é difícil determinar se isso continuará igual quando o isolamento social acabar. A dica é seguir a aposta em lojas físicas funcionais e em modelos híbridos de vendas.

Vendas via WhatsApp: o consumidor gostou dessa opção, em que pode efetuar pedidos e pedir informações pelo aplicativo, obtendo mais agilidade do que no uso das plataformas das próprias das farmácias.

Pagamentos por plataformas: muitos consumidores preferiram efetivar o pagamento nas farmácias sem contato físico com atendentes. Pagamentos por plataformas mobile, por aplicativos de entrega ou mesmo o sistema de compre e retire ganharam oportunidade.

Assim caminhará o varejo nos próximos meses, adaptando-se ao máximo às necessidades dos consumidores e às inovações que com certeza continuarão impactando as farmácias.

Fonte: Guia da Farmácia

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